O café faz parte da rotina de milhões de brasileiros e novos dados confirmam que o hábito traz vantagens expressivas. Segundo nutricionistas registradas pela Academy of Nutrition and Dietetics, o consumo moderado apoia a saúde cerebral e metabólica.

Especialistas como Amna Haq e Juliana Vocca explicam que a bebida é rica em ácidos fenólicos. Esses compostos atuam como antioxidantes potentes que protegem os vasos sanguíneos e melhoram a circulação do sangue no corpo todo.

Os impactos positivos no organismo

Beber entre duas e três xícaras de café diariamente está associado a uma melhora na saúde do coração. Estudos indicam que essa dose reduz o risco de AVC e ajuda no controle do açúcar no sangue.

Além disso, a bebida fornece nutrientes essenciais como potássio, magnésio e vitaminas do complexo B. Esses elementos são fundamentais para o bom funcionamento dos rins e para a manutenção de um metabolismo acelerado.

Para quem pratica atividades físicas, a cafeína funciona como um auxílio ergogênico natural. Ela aumenta os níveis de energia, melhora o foco e reduz a percepção de esforço durante treinos de alta intensidade.

Proteção contra doenças degenerativas

O consumo regular de longo prazo apresenta efeitos neuroprotetores impressionantes. De acordo com pesquisas citadas por especialistas, o hábito está ligado a um risco menor de desenvolver Alzheimer e Parkinson.

Os polifenóis presentes no grão também combatem inflamações crônicas. Isso gera um impacto positivo para pessoas que convivem com doenças autoimunes, como a esclerose múltipla, trazendo mais qualidade de vida no dia a dia.

Ao contrário do que muitos pensam, não há ligação direta entre o consumo moderado e a pressão alta. Mas é preciso manter a dose entre uma e três xícaras para garantir esse equilíbrio de segurança.

Cuidados necessários com o excesso

A moderação é a regra de ouro para evitar efeitos colaterais indesejados. O limite seguro recomendado pela Anvisa e órgãos internacionais é de até 400 miligramas de cafeína por dia para adultos saudáveis.

Ultrapassar esse limite pode causar ansiedade, palpitações cardíacas e interrupção do sono. Pessoas com sensibilidade à cafeína devem optar por versões descafeinadas ou interromper o consumo logo após o horário do almoço.

Outro ponto de atenção é o desconforto digestivo. Por ser uma bebida ácida, o café pode irritar o revestimento do estômago em algumas pessoas, provocando refluxo ou dores abdominais se ingerido em jejum.

O perigo dos acompanhamentos açucarados

O maior vilão não é o grão, mas o que adicionamos à xícara. O uso excessivo de xaropes, chantilly e açúcares transforma uma bebida saudável em uma bomba calórica que promove a inflamação.

Nutricionistas sugerem priorizar o café puro ou com adoçantes naturais como o mel em pequenas quantidades. Substituir cremes gordurosos por leites vegetais ou desnatados também ajuda a manter as propriedades funcionais da bebida intactas.

Para gestantes, o American College of Obstetricians and Gynecologists faz um alerta importante. A recomendação é limitar o consumo a apenas uma xícara por dia para garantir uma gestação segura e saudável.

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Jornalista com registro profissional (MT) e integrante estratégica da equipe editorial do Catanduvas em Foco. Atua na comunicação desde 2019 e possui sólida experiência em produção de eventos e web design. Como editora e redatora da Estúdio Mídia Publicidades LTDA, contribui para a curadoria de conteúdos factuais e relevantes que atendem a uma audiência de mais de 10 milhões de leitores, focando em ética, agilidade e precisão informativa.